Empresas sustentáveis: uma tendência para o futuro

Proteger o planeta é uma prioridade e as empresas sustentáveis fazem parte da solução. Da comida à roupa, da arquitetura à energia aos eventos, há muitas áreas de negócio que têm vindo a adotar uma estratégia “amiga do ambiente” e amiga das pessoas. E o mercado parece estar cada vez mais aberto a eles.

O que significa falar de empresas sustentáveis? Vamos tentar aprender tudo sobre empresas sustentáveis.

Sustentabilidade do negócio: significado e definição

Comecemos por analisar o significado da palavra “sustentabilidade”: indica uma abordagem que visa atender às necessidades das gerações atuais sem comprometer a possibilidade das gerações futuras.

As empresas sustentáveis pretendem equilibrar o seu desenvolvimento com o mínimo de impacto negativo no seu ambiente, global e local. Esforçam-se por reduzir o impacto da sua organização nos recursos não renováveis do planeta, bem como melhorar os direitos humanos.

Em particular, há três aspetos sobre os quais podemos centrar os nossos esforços: o ambiente, o social e o económico.  As empresas sustentáveis são, portanto, aquelas que conseguem integrar estas três dimensões no seu modelo de negócio:

  • Sustentabilidade ambiental: este aspeto está ligado à proteção do ambiente. Muitas vezes, para as empresas, traduz-se numa redução do impacto ambiental nas fases de produção e na atenção ao consumo de recursos naturais.
  • Sustentabilidade social: a sustentabilidade também diz respeito à sociedade e às pessoas. As empresas alcançam a sustentabilidade social garantindo justiça e igualdade de tratamento dos colaboradores, proibindo todas as formas de discriminação. Significa criar condições de segurança no local de trabalho e incutir uma sensação de pertença a quem trabalha.
  • Sustentabilidade económica: A sustentabilidade económica é a capacidade de criar valor através da produção de objetos ou serviços capazes de melhorar a vida das pessoas, combinando os aspetos económico-financeiros com as dimensões da sustentabilidade social e ambiental acima mencionadas.

O futuro é o desenvolvimento sustentável das empresas

A necessidade de adotar uma perspetiva global é cada vez mais evidente: já em 2015 a ONU propôs uma Agenda Global para o Desenvolvimento Sustentável, e nesse mesmo ano as principais potências económicas mundiais assinaram os Acordos de Paris, comprometendo-se a reajustar os seus próprios modelos de desenvolvimento para proteger o planeta das alterações climáticas. A reação à pandemia global que estamos a viver é mais uma confirmação de que estamos a caminhar na direção certa: só uma resposta coletiva pode enfrentar desafios à escala global.

A natureza global da crise Covid-19 recorda-nos, mais uma vez, que somos todos habitantes do mesmo planeta e que temos de reconhecer que os acontecimentos numa parte do mundo podem afetar todas as outras. Para fazer face à pandemia, assistimos a um grande compromisso unido, por parte dos governos e das instituições, mas também das empresas, das associações e dos cidadãos privados, vimos que é possível uma resposta em larga escala a uma crise global.

De Aldro Energía acreditamos que podemos assumir o mesmo compromisso com uma resposta global à crise climática: colocar as pessoas e o bem-estar dos cidadãos no centro, e adotar estratégias de longo prazo que protejam as pessoas mais vulneráveis hoje e as mais expostas aos impactos climáticos no futuro,  a uma maior capacitação e centralidade do aspeto humano das pessoas.

 A sustentabilidade é (deve ser) o futuro, para as empresas e para o planeta.

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Turismo responsável para reduzir o impacto ambiental

Viajar permite-lhe conhecer novos lugares e novas pessoas, conhecer os costumes e hábitos ou a cultura local do lugar que escolhe para desfrutar de alguns dias de descanso.
Ao longo da história, os meios e tempos de viagem mudaram, e agora as distâncias que costumavam demorar dias podem ser percorridas em apenas algumas horas. Contudo, estas não são as únicas mudanças que estão a ocorrer, e está a tornar-se cada vez mais comum olharmos para as viagens de uma forma diferente: com um enfoque no respeito pelo ambiente.

O que é o turismo sustentável e responsável?

O turismo sustentável e responsável é uma forma de viajar e de conceber férias que respeita o ambiente e as culturas e tradições locais. É uma atitude, uma predisposição mental para conceber a viagem de uma forma diferente.

Portanto, não se trata apenas de viajar para desfrutar das paisagens, serviços e gastronomia do lugar que se visita, mas também de como utilizá-los para que os futuros viajantes os possam encontrar e apreciar da mesma forma. O conceito é: deixar este destino de férias tão limpo como o encontrou. De facto, poder-se-ia acrescentar: se não o encontrar limpo, ajude a melhorá-lo!

Dicas para um turismo responsável

Na Aldro Energía acreditamos que com pequenos gestos diários podemos ajudar a tornar o nosso ambiente mais sustentável e isto também se aplica às viagens, razão pela qual compilámos algumas dicas para um turismo responsável, para que possa contribuir para a preservação do planeta.

  1. Usar a sua própria garrafa reutilizável: usar garrafas reutilizáveis é uma boa forma de praticar turismo responsável.
  2. A bicicleta, o meio de transporte ideal: a inclusão de actividades de transporte não motorizado é importante para a redução das emissões atmosféricas. As rotas de ciclismo tornaram-se uma actividade popular em muitas viagens.
  3. Turismo gastronómico: consumir produtos locais é uma forma de turismo sustentável.
  4. Não deixar nada nas praias: remover todo o lixo das praias. O plástico é responsável por 60% a 80% da ninhada encontrada no mar.
  5. Dizer sim aos transportes públicos: a utilização de transportes públicos ajuda a reduzir as emissões CO₂.
  6. Não incomodar os animais: o respeito pela fauna e flora é uma das premissas do turismo responsável.
  7. Lembranças feitas à mão: sabia que os produtos feitos à mão são mais amigos do ambiente? Se comprar este tipo de artigos como lembranças das suas viagens, está a ajudar a economia local e a reduzir a poluição ambiental.

    E você, quando planeia uma viagem, pensa no impacto que esta terá sobre o ambiente?
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Qual é a importância dos meios de transporte na poluição?

Muitas vezes quando falamos de poluição, falamos apenas das emissões geradas em CO₂, comummente identificadas como a principal causa do efeito de estufa. Mas isso não é tudo, alguma vez ouviu falar de “poeira fina”? Trata-se de micropartículas, tanto sólidas como líquidas, presentes no ar e constituídas por pó de origem natural e antropogénica, capazes de prejudicar a nossa saúde.

De acordo com um estudo da Universidade de Harvard, a poluição atmosférica causa aproximadamente 8,7 milhões de mortes em todo o mundo todos os anos. Estas mortes não se devem apenas às emissões dos transportes, mas mais geralmente a todas as atividades antropogénicas que alteram o clima.

A forma como a nossa sociedade consome recursos, planeia cidades, gera resíduos e concebe sistemas de transporte tem aumentado a pegada de carbono, tornando o atual modelo de mobilidade totalmente insustentável. O sector dos transportes foi responsável por cerca de 1/4 das emissões globais em 2018, num total de 8 mil milhões de toneladas de CO.

Vamos tentar compreender como o sector dos transportes contribui para esta má situação.

Quanto é que os meios de transporte poluem?

De acordo com um dos sites de referência para as estatísticas das alterações climáticas, OurWorldinData, o sector dos transportes contribui com 16,2% das emissões globais. Isto torna-a uma das principais causas da actual crise climática. 

O carro é o meio de transporte por excelência. Com mais de mil milhões de veículos no mundo, é evidente que os automóveis são a principal fonte de poluição dentro desta indústria. A sua utilização causa 11,9% das emissões de CO₂, derivadas quase inteiramente de automóveis a gasolina, diesel, metano e GPL.

Por outro lado, embora o transporte aéreo contribua “apenas” 1,9% das emissões de CO₂, existe um facto particular que coloca o transporte aéreo no topo do ranking dos meios de transporte mais poluentes: CO₂ emitido por passageiro. O transporte aéreo é de longe a pior das alternativas, com mais de 285 gramas de CO₂ emitidas por passageiro por quilómetro percorrido. Para comparação, de acordo com um relatório da Sole24Ore, um passageiro num automóvel gera 42 gramas de CO₂ por quilómetro percorrido.

O transporte marítimo também tem uma parte não negligenciável da culpa. Embora este seja um tema raramente discutido, os dados disponíveis não podem, de forma alguma, ser ignorados. De facto, o transporte marítimo é responsável por aproximadamente 1,7% das emissões globais. Quase tanto como os aviões.

A melhor alternativa em termos de poluição são os veículos ferroviários. O comboio, o metro e o eléctrico contribuem em conjunto com 0,4% do total das emissões.

Soluções para uma deslocação mais ecológica

Tal como na maioria das nossas acções, a deslocação também polui na maioria dos casos, com excepção do ciclismo e das caminhadas.

Contudo, ainda é possível tentar fazer a sua parte para tentar poluir o mínimo possível, mesmo quando se trata de passar de um ponto para outro.

  • A primeira medida que recomendamos é limitar a utilização do meio de transporte mais poluente, ou seja, carros e aviões.
  • Os automóveis eléctricos são uma alternativa muito mais sustentável aos que funcionam com gasolina, gasóleo, GPL ou metano.
  • Quando for obrigado a levar o carro, tente evitar viajar sozinho. Embora um carro que tem de carregar mais peso consuma mais combustível, em termos de poluição ainda vale a pena, por exemplo, transportar quatro pessoas com um carro em vez de quatro.
  • Utilização de transportes públicos. Embora um autocarro seja de facto um modo de transporte bastante poluente devido ao seu tamanho, o facto de poder transportar muitas pessoas torna-o preferível à utilização de um carro.

Em suma, existem soluções, especialmente se começarmos a incluir todas as possibilidades oferecidas pelo sector da mobilidade elétrica entre as possibilidades viáveis. Cabe então a cada um de nós escolher qual deles é o mais adequado para nós.

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As chaves para o certificado energético: o que é, onde pedir e quanto custa

Atualmente, o certificado energético de um imóvel é obrigatório em Portugal para edifícios novos e antigos a partir do momento em que são oferecidos para venda ou arrendamento pelos proprietários ou agentes imobiliários. O documento deve ser apresentado no momento da assinatura do contrato de compra, venda, arrendamento ou aluguer, certificando as informações inicialmente divulgadas sobre a classe energética a que o imóvel pertence.

Sem esta etiqueta, um imóvel não pode ser colocado no mercado imobiliário. Aqui estão as chaves para compreender em que consiste este certificado, onde solicitá-lo e quanto custa.

O que é o certificado energético?

É um documento que analisa a eficiência energética de um edifício numa escala de A+ (muito eficiente) a F (pouco eficiente), emitido por técnicos autorizados pela Agência de Energia (ADENE) – o organismo público que regulamenta a certificação energética dos edifícios (SCE).

De acordo com a ADENE, 1,3 milhões de propriedades em Portugal já estão qualificadas com este certificado. A instituição promove o website Certificar é valorizar, onde podem ser encontradas mais informações sobre o assunto, bem como cinco passos para iniciar o processo de certificação energética da habitação.

O que determina a classe energética?

A localização da propriedade, o ano de construção, quer se trate de um edifício ou de uma casa, o chão e a área do chão, bem como a composição dos seus arredores (paredes, telhados, pavimentos e envidraçados).
O equipamento associado ao ar condicionado (ventilação, aquecimento e arrefecimento) e à produção de água quente doméstica também desempenham um papel importante.

Qual é o conteúdo do certificado?
Contém informações sobre:

  • As características de consumo energético do ar condicionado e da água quente.
  • Indica medidas de melhoria para reduzir o consumo, tais como a instalação de vidros duplos ou o reforço do isolamento, entre outras.

Qual é a validade do certificado?
O documento é válido por dez anos para edifícios residenciais e pequenos edifícios comerciais e de serviços. Após essa data, é necessário solicitar um novo certificado. Para os grandes edifícios comerciais e de serviços, o período é de seis anos para os certificados SCE emitidos até 30 de Abril de 2015; oito anos para os certificados SCE emitidos após 30 de Abril de 2015.

Como requerer o certificado?

A Aldro recomenda que procure peritos qualificados na sua área de residência que possa encontrar no website de Certificar é valorizar. Para se candidatar, siga estes passos:

–  Pedir orçamentos a diferentes peritos, pois os preços podem variar dependendo do técnico, do tipo de propriedade e do local.

–  Prossiga com o pedido de certificação quando tiver reunido a documentação necessária.

–  Após o estudo efetuado durante a visita ao imóvel, o perito efetua os cálculos que serão introduzidos no Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior dos Edifícios.

–  Pedir para ver uma versão preliminar antes de o certificado ser emitido.

Quanto é que custa?

As taxas de registo e emissão do certificado para uma habitação variam entre 28 euros (estúdios e apartamentos de um quarto) e 65 euros (seis quartos ou mais), mais IVA. No caso de edifícios comerciais e de serviços, variam entre 135 euros (área até 250 metros quadrados) e 950 euros (mais de 5.000 metros quadrados) mais IVA. A este valor deve ser acrescentado o preço do serviço cobrado pelo agrimensor, que não é fixo. É por isso que a Aldro recomenda que vale a pena comparar as taxas.

Quanto tempo demora a obtenção do certificado?

Os peritos têm a autonomia para tratar de todo o processo, o que pode levar dois a três dias.

Que documentos são necessários?

Cópias da planta do imóvel, caderneta predial urbana (imprima a partir do Portal das Finanças), certidão de registo na conservatória e ficha técnica da habitação (ou outros documentos com especificações técnicas dos materiais e sistemas de climatização e produção de água quente utilizados).

Quanto são as multas?

Os indivíduos que não cumprirem as suas obrigações estão sujeitos a uma multa entre 250 e 3740 euros. As empresas podem pagar entre 2500 e 44 890 euros.

O que torna uma casa mais eficiente?

A Comissão Europeia estima que se a família média optar pelas melhores opções energéticas, pode poupar até 1.000 euros por ano só em gás e eletricidade, o que também ajudaria o ambiente. Utilizando lâmpadas LED, não desperdiçando água, aquecimento controlado termostáticamente e bom isolamento são elementos chave que influenciam a poupança e aumentam a eficiência de uma casa.

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Reciclagem de eletrodomésticos, um exemplo de economia circular

A utilização de dispositivos eletrónicos está a crescer cada vez mais entre a população mundial. Produtos que estão em constante evolução com ciclos de vida cada vez mais curtos, favorecendo o crescimento de uma mentalidade descartável que aumenta exponencialmente a quantidade de resíduos eletrónicos, cujos métodos de eliminação são complexos e muitas vezes nem todos são adotados.

Uma nova solução é possível graças à economia circular: a reciclagem dos eletrodomésticos. Para tal, é necessário compreender a famosa regra dos três R: reduzir, reutilizar e reciclar. Esta regra ajuda-nos a construir um mundo melhor baseado no consumo responsável e na utilização eficiente e recuperação dos recursos que utilizamos na nossa vida quotidiana.

E-waste: o que é e como o eliminar

Quando estes produtos deixam de funcionar, são definidos como REE (resíduos de equipamentos eletrónicos) e, em virtude dos materiais a partir dos quais são fabricados, existem regras precisas para a recolha seletiva destes equipamentos. Graças a estes regulamentos, o impacto ambiental pode ser reduzido e as matérias primas podem ser recuperadas.

Há dois métodos possíveis de eliminação:

  • As lojas de eletrodomésticos são obrigadas a recolher gratuitamente artigos em segunda mão quando um cliente compra um novo aparelho.
  • Se quiser apenas dispor do equipamento, e não substituí-lo, os municípios oferecem várias soluções: Para aparelhos pequenos, pode depositar o equipamento no Ponto Eletrão mais próximo da sua casa. Para grandes aparelhos, pode solicitar a recolha nos serviços municipais locais (serviço gratuito que funciona por marcação) ou deixá-los num dos Centros de Resíduos de Aparelhos Elétricos, que estão preparados para receber grandes aparelhos gratuitamente.

A economia circular como um novo paradigma

Fala-se cada vez mais da economia circular, um modelo de produção e consumo que envolve a reutilização, reciclagem e reparação, com o objetivo de maximizar a vida útil dos materiais produzidos.

Esta abordagem aumenta o ciclo de vida dos produtos, permitindo uma segunda vida para objetos que muitos considerariam resíduos: os produtos danificados podem ser reparados e recolocados no ciclo de produção, criando mais valor. É uma abordagem mais ecológica, que tem como valor fundamental a reconversão dos bens, reduzindo a poluição e o desperdício. Também é possível adotar soluções de economia circular em pontos de reciclagem: estamos a falar de regeneração.

Aparelhos recondicionados: porquê escolhê-los?

Para além da eliminação adequada dos resíduos eletrónicos, existe outra alternativa baseada no princípio da economia circular: os eletrodomésticos podem ser reutilizados e o mercado dos produtos renovados está a crescer.

Os telemóveis, consolas e computadores renovados estão à venda em muitas áreas comerciais e dão acesso a equipamento eletrónico que já não é novo, mas foi reformatado e está praticamente “como novo”. O seu preço inferior ao de um novo aparelho permite a muitos consumidores encontrar bons negócios.

Apesar de estar recondicionado, todo o equipamento vendido “como novo” beneficia de uma garantia obrigatória igual à dos bens novos.

A nova lei de garantia portuguesa que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2022 reforça os direitos dos consumidores. A partir de 1 de Janeiro, a garantia para bens novos e recondicionados é alargada para 3 anos, mas no terceiro ano, o consumidor terá de provar que o problema é de origem.

Os produtos renovados são uma escolha amiga do ambiente sem comprometer o conforto de utilização. E os benefícios ambientais são realmente bons: não só a poluição devida à produção de um novo aparelho é reduzida, mas também o custo económico e ambiental da sua eliminação. Abandonar a mentalidade descartável é um dos passos que todos podemos dar em benefício do nosso planeta: quanto mais reduzimos o desperdício e prolongamos a vida dos objetos que utilizamos, menor é a pegada ambiental que deixamos para trás.

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Aquecedor de água: o que é, como funciona e como poupar dinheiro

Nada melhor do que um duche quente para começar o dia ou para relaxar antes de ir dormir. O conforto e o calor são essenciais para sobreviver à chuva e ao frio do Inverno. Mas quanto é que a produção de água quente afecta o custo da conta e o ambiente?

Para responder a esta pergunta precisamos de falar sobre o aquecedor eléctrico e o aquecedor a gás. Para compreender como poupar e reduzir o desperdício, precisamos primeiro de compreender como funcionam e qual escolher.

O que é o aquecedor de água e como é que funciona?

O aquecedor de água, seja eléctrico ou a gás, é na realidade um tanque que utiliza energia para aquecer água a uma determinada temperatura. Desta forma, a água quente pode ser utilizada para tomar banho, lavar pratos, etc.

A diferença no funcionamento é baseada no tipo de energia utilizada:

  • Aquecedor de água eléctrico: utiliza electricidade para aquecer a água através de uma resistência eléctrica. A corrente eléctrica passa através da resistência que, quando aquecida, aumenta a temperatura da água até atingir a temperatura definida pelo termóstato.
  • Aquecedor de água a gás: este tipo de aquecedor de água está equipado com um queimador que aquece a água utilizando gás natural. Mais uma vez, a operação é simples: o esquentador a gás está equipado com uma válvula específica que detecta a passagem de água. Ao passar, o queimador aquece a água, que depois é difundida por toda a casa aquecida.

Quanto é que um aquecedor de água consome?

Com o mesmo desempenho, o aquecedor de água a gás é o mais conveniente porque o preço do gás natural é mais baixo que o da electricidade. Escolher um esquentador eléctrico significa, portanto, ter uma conta mais alta, enquanto que o esquentador a gás, especialmente quando o consumo é baixo, irá certamente garantir poupanças.

Deve também notar-se imediatamente que, embora o aquecedor de água converta eficazmente a electricidade em calor, fá-lo utilizando muita electricidade, porque as resistências requerem muita electricidade. De acordo com o seu funcionamento, de facto, o consumo de energia do aquecedor eléctrico de água é directamente proporcional ao tempo em que a água no seu interior é aquecida. Consequentemente, o

consumo de energia estará activo até que a água atinja a temperatura definida.

Aquecimento e poupança de água: algumas dicas práticas

A partir disto podemos ver que existem muitos factores que podem reduzir o impacto ambiental e fazer-nos poupar dinheiro, bem como factores a considerar na compra de um novo. Vejamos algumas dicas que nos permitem optimizar a utilização do aquecedor de água:

  • Escolha o tamanho certo: O primeiro factor a considerar é a quantidade de água. Quanto maior for o tamanho do aquecedor de água, mais energia será necessária para aquecer a água. Para reduzir o consumo, é essencial escolher o aquecedor de água do tamanho certo para a sua família. Podemos estimar cerca de 50 litros por pessoa.  
  • Regulação do termóstato: Outra precaução importante é a regulação da água. A quantidade de energia necessária depende disso. Se durante o verão podemos regulá-la entre 50° e 60°C, na estação fria é melhor baixá-la um pouco até 40°C, a fim de reduzir o desperdício devido ao sobreaquecimento.

Manutenção: A manutenção regular é necessária para assegurar um funcionamento adequado, e na Aldro Energía podemos ajudá-lo graças aos nossos serviços de manutenção que se encarregarão de qualquer imprevisto. Por exemplo, com o plano Gas Premium, terá tudo sob controlo:

  • Assistência técnica em casa, incluindo tempo de viagem e até 3 horas de trabalho em caso de avaria ou falha da caldeira a gás ou do aquecedor de água.
  • Manutenção anual da caldeira a gás ou aquecedor de água, incluindo verificação do sistema de aquecimento do circuito de água, caldeira e radiadores, verificação dos aparelhos a gás, análise ambiental, análise de combustão e limpeza dos aparelhos.
  • Intervenções ilimitadas com uma garantia de 1 ano após as reparações necessárias terem sido efectuadas.
  • Assistência telefónica 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Descubra todos os nossos serviços de manutenção no nosso website: https://aldroportugal.pt/servicos-manutencao/

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Café e sustentabilidade: como são recicladas as cápsulas?

Beber café é um hábito quase sagrado para muitos portugueses. Não há nada melhor do que um café para começar um longo dia de trabalho ou para terminar uma deliciosa refeição. Cada vez mais pessoas têm decidido substituir a máquina de café tradicional por cápsulas nas suas casas. A razão? Conveniência e sabor: o café está pronto em segundos e as cápsulas mantêm o aroma do café intacto.

Os benefícios das cápsulas são muitos, mas perguntamo-nos: são sustentáveis ou pelo menos recicláveis? Infelizmente, as cápsulas contribuem para a poluição ambiental, uma vez que contêm plástico e alumínio.

Devemos estar conscientes de que cada um dos nossos pequenos gestos diários pode ter um impacto mais ou menos positivo sobre o ambiente, e devemos prestar atenção ao quão prejudiciais são as nossas acções: vejamos o impacto que estas cápsulas têm sobre o ambiente.

Distribuição de cápsulas de café, prós e contras

Nos últimos anos, as máquinas de café em cápsulas tornaram-se cada vez mais populares, tanto que substituíram permanentemente as máquinas de café mais tradicionais. De facto, cada vez mais pessoas dizem que já não querem desistir desta comodidade, dadas todas as vantagens que já vimos: comodidade, rapidez e sabor, bem como a facilidade de encontrar cápsulas de café em praticamente todos os supermercados e lojas especializadas.
De acordo com alguns estudos da indústria, cerca de 10 mil milhões de cápsulas são vendidas em todo o mundo todos os anos. No entanto, este mercado em crescimento tem um impacto ambiental preocupante: cerca de 120.000 toneladas de resíduos. Este é um grande problema ambiental, precisamente porque nem todas as cápsulas são feitas com os mesmos materiais.

Cápsulas de café: contaminação

Então, onde é que se deitam as cápsulas de café? Como não são considerados embalagens, devem ser eliminados na recolha não triada. Isto significa que não são reciclados, mas sim enviados para incineradoras e aterros sanitários. No entanto, isto também depende do material de que são feitos:Cápsulas de plástico: infelizmente, as cápsulas de plástico são as mais poluentes porque acabam no caixote do lixo não triadas. No entanto, existe uma possibilidade: o separador de alumínio que frequentemente acompanha as cápsulas de plástico pode ser removido, as cápsulas podem ser cuidadosamente lavadas e depois atiradas para o caixote da reciclagem, a fim de reduzir o impacto.

  • Cápsulas de alumínio: embora sejam melhores que as cápsulas de plástico porque são potencialmente recicláveis, devem ser acumuladas e eliminadas em pontos de reciclagem limpos.
  • Em Portugal, há um projecto que merece destaque, uma vez que, para além de garantir a reutilização dos resíduos de cápsulas de café, contribui para apoiar as instituições sociais: Pingo Doce.

A rede de ecopontos Pingo Doce, que cobre 345 lojas e compreende 90% das lojas desta cadeia de supermercados/hipermercados, tem um sistema de recolha de cápsulas de café, de qualquer marca, que se encarrega da sua recuperação.

Desta forma, em 2019, Pingo Doce afirma ter recolhido mais de 152 toneladas de cápsulas de café usadas. Além disso, segundo o Pingo Doce, todas as receitas são doadas a instituições sociais.

Na Aldro queremos que continue a desfrutar de um bom café, mas não se esqueça de tomar conta do planeta 😉

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5 objetivos energéticos para 2022

Na Aldro Energia queremos ajudá-lo a poupar na sua conta de electricidade e optar por electricidade eficiente é a melhor forma de poupar na sua conta, mês após mês. É por isso que, como resolução de ano novo, deixamos 5 intenções simples com o objectivo de racionalizar o consumo.

  • Roupa seca ao sol sempre que possível: Pode parecer óbvio, mas no Inverno as horas de luz do dia são mais curtas e as baixas temperaturas tornam mais lenta a secagem da nossa roupa. Por conseguinte, embora este processo demore mais tempo, devemos estar conscientes de que a utilização da máquina de secar roupa nas estações mais frias do ano é uma despesa energética significativa. Racionalizar a sua utilização em dias de chuva.
  • Desligar o forno para aproveitar o calor residual: O pré-aquecimento do nosso forno é um dos hábitos mais comuns quando o vamos utilizar. Portanto, para cozinhar durante mais de uma hora, pode saltar este passo e ligá-lo quando o coloca no prato que quer cozinhar. Isto só atrasará a cozedura em alguns minutos. Do mesmo modo, quando faltam alguns minutos, pode desligar o forno e aproveitar o calor residual que o aparelho mantém, o que lhe permitirá continuar a cozinhar.
  • Aquecimento à temperatura certa: No Verão abusamos das baixas temperaturas dos nossos aparelhos de ar condicionado. A temperatura mais eficiente é de 26º, ideal para encontrar conforto em casa. Do mesmo modo, no Inverno, colocar o termóstato a 21º para encontrar a mesma sensação agradável.
  • Substitua as suas lâmpadas por LEDs: as lâmpadas LED são os modelos mais eficientes que existem quando se trata de produzir luz. Substituindo os antigos por estes, podemos poupar até 75% no consumo doméstico, por isso pensem bem e vão por eles. Não se trata de uma despesa, mas de um investimento.
  • Apaguem as luzes! Nada disto faz qualquer sentido se deixarmos aquela luz do corredor ligada, a casa de banho ou, muito mais dolorosamente, os aparelhos de ar condicionado – para não mencionar os radiadores ou as placas de indução. Este é talvez o desafio mais importante de 2022. Portanto, não se esqueça de carregar duas vezes no interruptor: uma para o ligar e outra para o desligar quando já não precisar dele.

E sabe que mais? Pode também contactar-nos, porque na Aldro Energia queremos ajudá-lo a ser o mais eficiente possível com a sua iluminação. Peça já as suas informações sem compromisso.

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Ideias para poupar na decoração e hábitos domésticos para este Natal

O Natal é sempre sinónimo de um aumento das despesas domésticas, desde a energia, devido à utilização intensiva de aparelhos eléctricos, aquecimento e a adição de iluminação de Natal, até à alimentação ou lazer.

Na Aldro queremos ajudá-lo para que as decorações de Natal e os costumes não tenham um grande impacto no seu bolso. Siga as recomendações dos nossos especialistas!

1.– Iluminação eficiente: este ano, quando mais do que nunca a nossa casa será protagonista, devemos enchê-la de calor e alegria. E que melhor maneira de o conseguir do que com uma iluminação de Natal completa, tanto no interior como no exterior?

Para garantir que o impacto na sua conta é limitado, recomendamos que opte por luzes LED, que têm uma vida útil mais longa e um consumo mais baixo.

Também se pode ligar um temporizador para os manter ligados apenas durante o tempo necessário, concentrando as despesas nas horas essenciais do dia e programando o ligar e desligar durante esse tempo.

Também, está familiarizado com dimmers? Se o seu conjunto de luzes for muito potente, o regulador de luz reduzirá a quantidade de luz no resto da casa para compensar, equilibrando assim o custo.

Além disso, se quiser transferir o calor da iluminação para mesas ou peças centrais decorativas, pode usar pequenas velas de vez em quando.

2.- Centros de mesa: são acessórios decorativos fáceis de fazer, baratos e totalmente personalizáveis, tão fáceis de preparar como uma viagem ao campo para obter os materiais. Folhas de pinho, ramos secos e algumas pinhas com algumas fitas coloridas dão-lhe infinitas possibilidades neste Natal.

3.- Bolas de Natal, também caseiras: usar restos de papel de embrulho para fazer bolinhas para decorações de Natal, por exemplo, com figuras de origami.

4.- Longas horas na cozinha: estes são outro hábito clássico de Natal. É por isso que a consciência dos nossos hábitos será fundamental para assegurar que o seu impacto nas contas de energia seja tão baixo quanto necessário.

Na Aldro ajudamo-lo a poupar dinheiro com tarifas adaptadas às suas necessidades.

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Como economizar na conta de eletricidade sendo autónomo

Cada vez mais pessoas decidem empreender, começar um negócio ou tornar-se seus próprios patrões trabalhando em casa ou no escritório.

Quer saber como economizar na conta de luz trabalhando por conta própria? Hoje na Aldro contamos como!

Poupança, essencial para o autónomo

Ser autônomo é sinônimo de controlo de custos. Afinal, manter controladas as suas contas é essencial para o sucesso de qualquer negócio.

Se decidir trabalhar por conta própria, terá de decidir entre abrir o seu escritório em casa ou alugar um local. Uma decisão muito importante!

No primeiro caso, você economizará no custo do arrendamento e nas despesas de deslocação.

No entanto, as suas contas de serviços podem aumentar. Caso opte por desenvolver seu trabalho em um escritório compartilhado, irá economizar até 60% em despesas fixas.
De qualquer das formas, um dos seus objetivos será que suas contas de eletricidade não “disparem”.

Economizando na conta de Eletricidade: 5 dicas para freelancers e empreendedores

Se tem escritório próprio ou se trabalha em casa, para economizar na conta de eletricidade, pode seguir os mesmos hábitos que seguiria em qualquer empresa, incluindo:

Aproveite a luz natural

Uma das principais regras para economizar na conta de eletricidade é aproveitar a iluminação natural no ambiente de trabalho. Nosso conselho é abrir as cortinas e aproveitar ao máximo as horas de sol.

Substitua as lâmpadas por luzes LED

As lâmpadas tradicionais aumentam nosso consumo de energia. No entanto, as lâmpadas LED consomem menos de metade das lâmpadas economizadoras e até 9 vezes menos do que as lâmpadas incandescentes, pelo que a poupança na conta de eletricidade é garantida.

Ventile o seu local de trabalho

A ventilação também é importante para economizar energia no seu local de trabalho. A nossa recomendação é abrir as janelas de forma organizada para que o ar circule. Desta forma, você reduzirá o consumo de ar condicionado.

Invista em equipamentos de ar condicionado eficientes e “inteligentes”

O conforto é essencial no local de trabalho, tanto no inverno quanto no verão. Portanto, investir em sistemas de ar condicionado eficientes é uma forma segura de garantir poupança na conta de eletricidade.

O ideal é manter esses equipamentos em temperatura média e deixá-los ligados durante todo o dia de trabalho.

Usar termostatos para ligá-los ou desligá-los quando a temperatura adequada for atingida é uma boa alternativa. Outra opção de economia é usar os modos de programação e ECO.

Outra dica para economizar energia? Desligue o equipamento um pouco antes do final da jornada de trabalho, quando sua área de trabalho atingir a temperatura ideal.

Não deixe ligados os aparelhos que não está a utilizar

Este é um conselho básico para economizar na conta de luz que podemos aplicar tanto em casa quanto no escritório, que para muitos freelancers é o mesmo lugar.

Os aparelhos ligados à corrente elétrica consomem energia mesmo quando estão desligados. Portanto, ao terminar o trabalho, desconecte os computadores, impressoras, etc. Também é aconselhável deixar o computador em “modo de espera” se fizer uma pausa ou desconectar os carregadores de telemóveis e tablets quando não os estiver a usar.

Por fim, para obter uma economia real de energia na sua conta de eletricidade, faça uma auditoria energética da sua empresa ou escritório. Desta forma, pode escolher a tarifa de energia que melhor se adapta às suas necessidades.

Podemos começar?

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